terça-feira, 2 de março de 2010

Quando é preciso mudar

Em entrevista ao Jornal Estado de S.Paulo, 15 de outubro de 2009, Nívea Maria Fabrício - psicóloga e diretora do Colégio Graphein-, relata como funciona o método de ensino do Graphein e como o colégio recebe alunos transferidos de outras instituições, estes que correspondem a 80% dos alunos da escola. Veja a matéria na íntegra a seguir:

Quando é preciso mudar

Lucas Frasão e Paulo Saldaña, especial para O Estado -

Marina Craveiro, de 19 anos, mudou de escola quatro vezes antes de se formar no Colégio Santo Américo, no Morumbi, zona sul. Seu irmão Pedro, de 26, trocou só uma vez, mas teve de passar por um complicado processo de adaptação. Os pais, Américo e Maria Isabel Lima Craveiro, aprenderam na prática como é difícil escolher escola para os filhos - e o quanto é complicado mudar depois. Apesar disso, Maria Isabel acha que o processo valeu a pena. “Antes de qualquer coisa, é um aprendizado para os pais. Mesmo quando fazemos a opção que não é a ideal”.

A psicopedagoga Ana Luiza Borba acompanha há 25 anos casos de crianças que precisam mudar de colégio. Ela diz que não existe escola ideal se o adulto não entender as necessidades do filho. “Às vezes, os pais mudam o filho de escola primeiro para depois ver se o aprendizado melhora. Não analisam a fundo a situação”.

ORGANIZAÇÃO


Ana lembra-se de um caso em que os pais, formados em um colégio tradicional, colocaram o filho numa escola alternativa porque não tinham gostado da sua própria experiência.
“O garoto era inteligente, mas se perdia porque a escola alternativa não proporcionava senso de organização. Quando mudou para um ambiente mais organizado, o menino começou a ir bem”.

A decoradora de interiores Rosana Santana fez o caminho inverso com o filho Gabriel, de 22 anos, que mudou de uma escola tradicional para outra mais liberal. Gabriel começou a ter problemas quando estava na 2ª série do ensino fundamental. “Ele ficou inseguro e com dificuldade de se relacionar com os amigos”, conta Rosana, que recorreu a uma terapia. Logo no primeiro mês, ficou claro que o problema era a escola. “Com orientação profissional, enxergamos. Não temos parâmetros para identificar problemas sozinhos”, diz Rosana.

Os casos de problemas no aprendizado por inadequação ao perfil do colégio são frequentes. Nívea Maria de Carvalho está acostumada a receber crianças de outras escolas no Graphein, colégio que dirige. Elas representam cerca de 80% dos 80 alunos da escola, que fica em Perdizes. Alguns desses estudantes transferidos têm algum tipo de déficit de atenção. Por isso, o Graphein desenvolve projetos de ensino individuais, montados a partir dos interesses de cada aluno. “Quem gosta de culinária, por exemplo, poderá ter uma aula de matemática ao fracionar pedaços de pizza”, diz Nívea, que teve de criar uma nova disciplina no último semestre porque pelo menos três alunos mostraram interesse em design gráfico.

Nem sempre desempenho escolar ruim é sinônimo de falta de adaptação ao estilo da escola. Mas os pais têm de ficar atentos. Para Ana Luiza Borba, não é difícil perceber quando o filho precisa, realmente, mudar de colégio. “A criança se torna infeliz e mostra isso claramente. Às vezes, até verbaliza”, afirma. “Passa a não mostrar vontade de ir à escola, mesmo em atividades sociais de fim de semana”.

Em outro caso que acompanhou, a psicopedagoga conta que o filho mostrou que precisava mudar de colégio. “O pai não captou a mensagem, não. Para ele, era uma questão de honra. Nesse caso, precisamos respeitar as vontades. A questão é delicada.”

Fonte: Matéria extraída do Jornal O Estado de S.Paulo - www.estadao.com.br.

PROJETO APADRINHAR COLÉGIO GRAPHEIN. NO GRAPHEIN, DIFICULDADE VAI FICAR BEM LONGE!

“Todos nós temos sonhos e objetivos. Porém, maior do que sentir a realização de nossos sonhos é sentir a sensação de ter ajudado alguém a alcançar o seu”.

O Colégio Graphein convida a vossa empresa para participar dessa causa junto conosco. Compreender e acolher um aluno com dificuldades de aprendizagem é estender a mão para guiá-los a um futuro melhor.

Neste projeto, o padrinho presentearia um aluno que necessita de um ensino diferenciado e não tem condições de manter seus estudos em um colégio especializado, com uma bolsa de estudos.

No Brasil, há milhares de casos de alunos, grande parte da rede pública de ensino, com diversas dificuldades de aprendizagem. Esses alunos muitas vezes sofrem discriminação pelos próprios colegas de sala, por serem taxados de “burros” e não conseguirem se adaptar ao formato de ensino das escolas convencionais. Depois que os pais percebem que seus filhos necessitam de um olhar diferenciado para poder desenvolver e aprender, surge outro dilema: como custear os estudos de seus filhos em um colégio especializado? Devido a uma renda baixa, a família procura a ajuda do Colégio Graphein. E foi a partir de diversos casos como esses que surgiu a ideia de desenvolver este projeto. Assim, unidos em uma mesma causa, ajudaremos muitas crianças a aprender da forma adequada o que necessitam.

“Não há aluno que não consiga aprender, o que há é um aluno mal compreendido. Somos únicos e temos jeitos diferentes de ser, infinitas características que formam a nossa personalidade. Então, por que teríamos que aprender e compreender igual a todos?"

O Graphein ensina cada aluno conforme as suas necessidades, trabalhando a dificuldade de aprendizagem como uma forma diferenciada de conhecer o mundo, preparando-o assim para vencer com o seu próprio potencial.

Oferecemos cursos de Educação Infantil, Fundamental, Ensino Médio e Capacitação Profissional para Jovens. A proposta do colégio é desenvolvida a partir de Projetos Psicopedagógicos pautados nas expectativas e características individuais dos educandos, beneficiando crianças e jovens que apresentam necessidades especificas na aprendizagem.

Com esse investimento, a criança conseguirá suprir suas necessidades, porém esta forma de ensino não é rápida, pois acontece de forma gradativa, respeitando o tempo do aluno e como ele recebe e absorve as informações novas que são transmitidas. Utilizamos um método de ensino singular, dedicando atenção a cada aluno. Este método trás muitos resultados, o que faz do ensino especializado uma solução para quem encontra dificuldades na aprendizagem.

As empresas e interessados em apadrinhar um estudante do Colégio Graphein e saber maiores informações sobre o projeto podem entrar em contato conosco pelo e-mail: graphein@graphein.com.br/graphein@terra.com.br ou pelo telefone: (11) 3868-3850.

Os resultados do aprendizado serão enviados aos padrinhos em relatórios, mostrando as fases de desenvolvimento do estudante, sempre respeitando o sigilo do aluno.


Atenciosamente,

Equipe Graphein.

Nova data do ENEM

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) foi adiado na última quinta-feira (1), depois de uma denuncia do jornal O Estado de S. Paulo de que a prova teria vazado. Devido ao imprevisto ocorrido, o Ministério da Educação (MEC) chegou a estudar a hipótese de criar ‘feriado’ para aplicar o teste do ENEM em dias da semana. Porém, ontem (6) em reunião com o ministro da justiça, Tarso Genro, determinou-se que as provas serão no dias 5 e 6 dezembro.

Devido ao adiantamento, a credibilidade do exame ficou em risco, algumas universidades divulgaram esta semana que não usarão a nota do exame como substitutiva de seus vestibulares, a Unicamp também alegou que não usará no vestibular de 2010.

O MEC ainda tenta superar o atraso de dois meses, que pode minar o esforço para que o exame seja usado no processo seletivo das universidades.

Para evitar o efeito cascata de atraso no início do ano letivo, o ministério diz esperar que as fases de correção, pontuação e tabulação das provas sejam feitas em menos de um terço do tempo previsto originalmente.


Saiba mais em:http://www.enem.inep.gov.br
http://portal.mec.gov.br
http://www.enem.coc.com.br
e outros.

Salário de professor sobe 18% em 5 anos

Renda dos docentes, porém, ainda é menor do que a de profissionais com a mesma escolaridade que atuam em outras áreas.
Aumento real do salário do professor da rede pública da educação básica em São Paulo foi de apenas 9%, metade da média do país.




Eduardo Knapp/Folha Imagem


MINORIA

Caso raro no país, Cristiano Costa, 36, é um dos educadores das 140 crianças do colégio Grão de Chão, no bairro da Água Branca, em São Paulo; de acordo com relatório da Unesco, apenas 2% dos profissionais de educação infantil no Brasil são homens.

ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

Entre os anos de 2003 e 2008, os professores da rede pública da educação básica em todo o Brasil tiveram aumento real (já descontada a inflação) de 18%. A profissão, no entanto, ainda segue desvalorizada salarialmente, uma vez que profissionais com mesma escolaridade em outras ocupações recebem mais do que os docentes.

Os dados que registram aumento real no salário dos professores da rede pública de ensino foram calculados pelo Ministério da Educação.

Já a comparação da renda dos docentes com profissionais de outras áreas foi feita pela Folha. Nos dois casos, usou-se a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE.

O MEC fez dois recortes. No primeiro, comparou a evolução da renda de todos os professores das redes municipais e estaduais do Brasil, independente da escolaridade, chegando ao percentual de 18% de aumento. Em São Paulo, a variação de 2003 a 2008 foi menor: 9%.
Na segunda, selecionou apenas professores com nível superior completo ou incompleto. Nesse caso, a variação real foi de 12% (10% em São Paulo).

A tabulação feita pela Folha levou em conta apenas os professores com nível superior completo, para permitir a comparação com outras profissões universitárias. De uma lista de 21 ocupações em que foi possível comparar, as carreiras relacionadas ao magistério foram as que apresentaram menor rendimento médio.

Um professor de 1ª a 4ª série, por exemplo, tem renda média equivalente a um quinto do que ganha um médico, 46% de um arquiteto, 57% de um enfermeiro com nível superior, e 68% de um fisioterapeuta.

A distância entre os vencimentos dos professores com nível superior em relação à média de profissionais com escolaridade semelhante, no entanto, caiu de 2003 a 2008.
No caso de docentes de 1ª a 4ª, eles recebiam em 2003 metade (49%) do que a média de um trabalhador com nível superior. Em 2008, a proporção aumentou para 59%. Entre professores do ensino médio, essa proporção cresceu no período de 71% para 80%.

Piso

Segundo o ministro Fernando Haddad (Educação), já é possível traçar como meta no Plano Nacional de Educação (que será debatido no Congresso no ano que vem) equiparar o rendimento dos docentes com nível superior à média dos demais profissionais com a mesma escolaridade.

Haddad diz acreditar que a regulamentação do piso salarial de R$ 950 -que entrou em vigor neste ano- dá ao governo federal um instrumento para acelerar esse processo de equalização dos salários entre docentes e não docentes de mesma escolaridade.

Apesar desse aumento na renda do magistério, um relatório preparado pela Unesco sobre a situação dos professores brasileiros também destaca que os diferenciais de salário em relação a outras profissões ainda são muito grandes, o que contribui para diminuir a atratividade da carreira."

A situação do professor no Brasil continua preocupante. Minha impressão é que só agora começamos a acordar para isso, mas a dívida ainda é grande, pois a expansão do ensino fundamental se fez à custa da desvalorização do salário do magistério", diz Célio da Cunha, assessor da Unesco.



Texto extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0410200901.htm.

Eleição do Grêmio Estudantil


No mês de setembro, os estudantes da Cartago, elegeram o representante de classe. A vaga de representante foi bem disputada pelas chapas do PDC (representada pelo estudante Breno) e PLN (representada pelo estudante Lucas).

O projeto foi desenvolvido nas aulas de História e os estudantes desenvolveram a expressão oral, ampliaram o vocabulário pesquisando o significado de palavras como: democracia, palanque, oposição, discurso político, comércio, santinho, boca-de-urna, dentre outras.

Discutiram sobre ética na política e deram um show de cidadania.

Por fim, após muita discussão sobre o tema proposto, vivenciaram o que aprenderam com a Profª. Fabiana: fizeram a nossa eleição, escolhendo o representante de classe. Os candidatos empenharam-se bastante, divulgando suas propostas através de cartazes espalhados pelo colégio.

Toda essa atividade desenvolvida foi enriquecedora, pois nossos estudantes puderam entender o que é democracia, escolhendo aquele que iria melhor representar a classe. Por meio dessas pequenas eleições, preparamos nossos alunos para que, no futuro, saibam fazer escolhas conscientes e ética, sobretudo ao exercerem o direito do voto.



Camila D Amico


ENEM 2009

ENEM 2009


Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica. Podem participar do exame alunos que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores.

Nos dias 3 e 4 de outubro deste ano, mais de 4 milhões de alunos do ensino médio de escolas públicas e particulares enfrentarão o novo formato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A antiga prova, representava uma pequena parcela da pontuação dos candidatos nos vestibulares, agora, com esse novo formato poderá se tornar uma seleção unificada nas universidades federais. Porém, a regra ainda não é válida para todas as instituições particulares e estaduais, onde a pontuação será contabilizada ainda como nos anos anteriores. As universidades federais têm autonomia para decidir sobre como será o seu processo seletivo.

Esse novo método de avaliação, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), permite que o candidato concorra ao mesmo tempo a outros cursos em instituições diferentes através de uma única avaliação, mas apenas nas universidades que adotarem o Enem como única forma de ingresso.

Em um sistema on-line, as universidades que fizerem a adesão terão de informar o número de vagas disponíveis e o peso que cada uma das áreas do conhecimento terá na nota final do aluno, de acordo com o curso que ele escolher.

O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, cerca de 500 universidades já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular.

O novo Enem se diferencia das edições anteriores pela aplicação de um conjunto de conteúdos formais mais diretamente relacionado ao que é ministrado no ensino médio. A proposta atual não inclui questões de língua estrangeira – determinação que será revista para os próximos exames. Em relação à sua extensão, também há transformações: no lugar de 63 questões e uma redação num único dia de prova, serão 200 questões e uma redação aplicadas em dois dias consecutivos. Além disso, o Inep pretende aplicar o Enem duas vezes ao ano, uma em outubro e a outra entre março e abril.

Trabalhos práticos ajudam no aprendizado

Realizamos um estudo sobre os alimentos, com a intenção de classificá-los em proteínas ou carboidratos.

Os estudantes trouxeram alimentos de casa como: leite, pães, carnes, ovos, bolachas, etc. Ao pingarmos água de Iodo nos diferentes alimentos, houve uma mudança de cor que foi observada somente naqueles que continham carboidratos (macarrão, pães, bolachas). Os demais como: ovos, carnes e leite permaneceram inalterados.

Concluímos, portanto, que os alimentos de origem vegetal, continham carboidratos enquanto que aqueles de origem animal são protéicos.

Agora ficou fácil saber que tipos de alimentos estamos comendo, não é mesmo?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dra. Nívea Fabrício desenvolve palestra sobre TDHA no CAPE

Nos últimos dias 11 e 12 de agosto, a Dra. Nívea Maria de Carvalho Fabrício – Psicóloga e Diretora do Colégio Graphein, www.graphein.com.br -, desenvolveu um trabalho de capacitação de profissionais no CAPE (Centro de Apoio Pedagógico Especializado), http://cape.edunet.sp.gov.br. O Curso teve duração de dois dias, cada dia de palestra contou com a presença de 90 participantes: profissionais da área, supervisores e orientadores pedagógicos.

O tema abordado para o curso foi TDHA e Estratégias Educacionais (TDA/H – Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade -, é um transtorno de desenvolvimento do autocontrole que consiste em dificuldades com os períodos de atenção, com o controle do impulso e com o nível de atividade), a Dra. discutiu o assunto de forma objetiva, envolvendo os profissionais em debates e dinâmicas para facilitar o entendimento e compreensão do tema.

Todos os 180 profissionais tiveram ótimo desempenho no curso, e participaram da palestra com grande interesse, o que foi muito gratificante para a palestrante.

“Profissionais com maior conhecimento e melhor capacitados, além de se tornarem melhores profissionais, podem ajudar milhares de crianças, adolescentes e adultos no diagnostico e tratamento do TDHA”, Dra. Nívea Fabrício.

Projeto Graphein de Educação Profissional

O Colégio Graphein procura jovens que, através de uma formação integral de qualidade, buscam atingir a fatia do mercado de trabalho que lhes cabe

O Colégio Graphein atende estudantes que necessitam de um atendimento escolar singularizado, que venha a suprir suas expectativas de aprendizagem. Com uma equipe de especialistas e pesquisadores em educação, desenvolve e implementa recursos para conduzir o aluno em sua trajetória escolar. A prática educativa é baseada em um Projeto Pedagógico e Educacional singularizado, voltado para atender as necessidades de cada aluno, em cada momento específico, a partir de sua forma de aprender.

O Colégio Graphein busca oferecer aos alunos uma formação integral através do desenvolvimento harmônico das potencialidades do indivíduo, e a partir da descoberta progressiva das próprias habilidades e competências.

Partindo de sua experiência educacional e da crença na inserção social de todos os alunos, o Colégio Graphein oferece, através de Qualificações Profissionais Básicas, entre outras as de: Auxiliar de Laboratório, Informática, Gráfica, Marcenaria, Gastronomia, Artesanato e Reciclagem. Os principais critérios para o planejamento e organização dos cursos, são o atendimento às demandas dos estudantes e a preparação para boa inserção no mercado de trabalho. Para tanto o Colégio Graphein conta com o envolvimento do CIESP-OESTE no planejamento de suas ações e na integração com o empresariado, através da intermediação de mão de obra qualificada.

Estruturadas a partir da demanda do mercado de trabalho, com conteúdos adequados e com qualidade pedagógica, as Qualificações Profissionais Básicas do Colégio Graphein visam permitir o ingresso em uma carreira profissional sólida, considerando sempre o perfil sócio econômico e educacional de seus alunos, bem como a identificação pessoal com a área escolhida.

Os cursos ajudam a qualificar inicialmente os que nunca trabalharam, porém mesmo trabalhando o aluno poderá contar com o apoio da escola. No enfoque da Requalificação para o Trabalho, o Colégio Graphein privilegia uma formação profissional contínua através de cursos de aperfeiçoamento, especialização e atualização.

O modelo pedagógico proporcionado pelo Colégio Graphein incentiva a elevação da escolaridade, contribui para a inserção social e aumenta a probabilidade de inclusão e permanência no mercado de trabalho, através de emprego ou até mesmo de geração da própria renda.

Aula de Dislexia na Internet

Ler e Compreender - Dislexia: A correlação entre passado e presente e o processo diagnóstico


Na última semana, 3, o site “Ler e Compreender”,
http://www.lerecompreender.com.br/, promoveu uma palestra sobre Dislexia e a sua correlação entre passado e presente, e seu processo de diagnóstico. O moderador da palestra, Josef Bukstein Vainboim – Patrocinado pela ANDEA (Associação Nacional de Dificuldade de Ensino e aprendizagem, http://www.andea.com.br/)-, com o apoio do Colégio Graphein, www.graphein.com.br, esclareceu e propôs novas propostas sobre a Dislexia, analisou-se desde o inicio da dificuldade da leitura até o diagnostico, valorizando e destacando o cuidado a ser tomado perante diagnósticos precipitados, trabalhando a dislexia como uma “ diferença” e não como uma doença.



A palestra esta disponível para download no site:
http://www.lerecompreender.com.br/, gratuitamente. Para educadores, profissionais e interessados pelo assunto abordado, estão convidados para participar dos WebMeetings ao vivo no site Ler e Compreender onde discutiremos sobre Dislexia.



A próxima palestra estará disponível no dia 1º de setembro, o tema abordado será: “Como suspeitar e identificar a dislexia no contexto escolar - Ações da escola com alunos disléxicos”, com Dra. Nívea Maria de Carvalho Fabrício, diretora do Colégio Graphein, e Dra. Thelma Pântano, psicóloga.